BEM VINDOS A MAIS UMA JORNADA MUSICAL!

Aula inaugural do Curso Básico aconteceu em dois horários com shows do Jazz Total e do Villa Quinteto.

Ocorrida em dois horários em que o Auditório Guerra-Peixe ficou lotado, a Aula Inaugural do Curso Básico simbolizou o início oficial do 1º semestre letivo de 2016 na Escola de Música Villa-Lobos. O momento foi importante para distribuir o novo Manual do Aluno aos estudantes. Foram duas apresentações de grupos da escola: às 15 horas, os alunos do Jazz Total subiram ao palco, e às 18h foi a vez do Villa Quinteto, formado por professores. Houve transmissão simultânea no Café do Villa.

Quem iniciou as boas-vindas foi o diretor Carlos Belém, que também foi aluno e professor da Escola de Música Villa-Lobos. Belém citou outros exemplos como ele, que passaram pela escola, ingressaram na universidade e se tornaram profissionais, como o próprio coordenador do Curso Básico, Marcos Marques. “Não é um caminho impossível”, incentiva o diretor, mesmo com o alerta de que o início dos estudos sempre trazem barreiras e dificuldades que podem variar de pessoa para pessoa.

Foi distribuído aos presentes o novo Manual do Aluno, relançado depois de dez anos. O manual contém todas as informações básicas para alunos dos quatro principais cursos (Formação Musical, Técnico, Básico e Básico para Melhor Idade). O novo Manual do Aluno pode ser baixado no site da Escola de Música Villa-Lobos clicando aqui.

Carlos Belém apresentou ainda projetos para 2016, tanto novos, como o Contraponto, programa de bate-papos no Auditório Guerra-Peixe com personalidades da música; continuações de projetos criados no ano passado, como o Prata da Casa, que leva concertos de professores para a escola; e o retorno de projetos antigos de sucesso, como Café do Villa, voltado para bandas de alunos; e o FestVilla, maior festival de música da Escola de Música Villa-Lobos.

“Esta é uma das instituição de ensino musical mais democráticas que existem no país. Temos alunos de variadas faixas etárias e renda, religiões e credos, níveis de habilidade com instrumento e conhecimentos musicais. Entram aqui desde o profissional que já toca e quer saber teoria, até o músico diletante”, disse o diretor para o auditório lotado, ressaltando ainda que as oportunidades das práticas de conjunto são importantes para a formação do aluno, como músico e como cidadão.

Após sua fala, Carlos Belém deu a palavra o professor e coordenador Marcos Marques, que explicou as mudanças no Curso Básico para que se tornasse mais prático em vez de teórico. “Ninguém entra aqui para ser teórico. Todos se inscrevem para tocar”, diz.

Ele também sugeriu aos alunos que ocupassem a escola, sempre, seja frequentando o Café do Villa, local onde muitos grupos musicais se formam, seja o Centro de Pesquisa e Documentação (Maestro Alceu Bochinno), onde o aluno pode passar horas lendo uma bibliografia especializada em música, ou ouvindo cds e assistindo a dvds musicais. “Em vez de ficarem em casa à tarde assistindo à televisão, cheguem mais cedo do horário da sua aula, e usem e abusem, no bom sentido, da escola”, convocou o professor.